O Google e as ditaduras

O Google é um primor. Graças a ele podemos encontrar o “cu do mundo” e escrever certo
“Nietzsche”.
O Google nos engolirá. Escrevam nas pedras – já que na rede tudo será apagado. É a
neo-Matrix. Bem, o texto não era bem sobre isso…
Bill, o foda. Conseguiu intermediar a libertação das jornalistas Laura Ling e Euna Lee na Coreia
do Norte. Clinton, com essa, comprovou que desde os tempos de Lewinsky, sempre arruma
uma boquinha.
As americanas foram condenadas a trabalhos forçados pela ditadura daquele homenzinho
esquisito, cinéfilo e de nome que mais parece um nick. Se Kim Jong-il não fosse um ditador
sanguinário, passaria batido em um Campus Party como um nerd viciado em GTA.
O que faz alguém perigoso é o lugar e o brinquedinho que tem em mãos… olhem só, quase uma
tese.
Pior do que viver em um país totalitário é ser condenado nele. Imaginem estarem presos em um
lugar onde o único recurso é rezar? E nem é só isso: não se pode nem entrar no Twitter!
Por essa razão me preocupa quando o Brasil flerta com países que torturam pessoas que não
usam burca ou que não tenham uma foto do presidente na sala de casa.
É lastimável ver um chefe de Estado abraçando pessoas como Muammar Kadafi, ditador da
Líbia. Ou achando justo Chavez fechar todos os canais de TV. Ou dizendo que no Irã tem
democracia.
Ah, falando nisso, os aiatolás reconhecem seu mais novo presidente. Seu mais novo
representante da democracia-totalitária iraniana.
Deem boas vindas outra vez a Mahmoud Ahmadinejad… Que nominho, hein Google?

O Google é um primor. Graças a ele podemos encontrar o “cu do mundo” e escrever certo “Nietzsche”.

O Google nos engolirá. Escrevam nas pedras – já que na rede tudo será apagado. É a neo-Matrix. Bem, o texto não era bem sobre isso…

Bill, o foda. Conseguiu intermediar a libertação das jornalistas Laura Ling e Euna Lee na Coreia do Norte. Clinton, com essa, comprovou que desde os tempos de Lewinsky, sempre arruma uma boquinha.

As americanas foram condenadas a trabalhos forçados pela ditadura daquele homenzinho esquisito, cinéfilo e de nome que mais parece um nick. Se Kim Jong-il não fosse um ditador sanguinário, passaria batido em um Campus Party como um nerd viciado em GTA.

O que faz alguém perigoso é o lugar e o brinquedinho que tem em mãos… olhem só, quase uma tese.

Pior do que viver em um país totalitário é ser condenado nele. Imaginem estarem presos em um lugar onde o único recurso é fazer uma prece? E nem é só isso: não se pode nem entrar no Twitter!

Por essa razão me preocupa quando o Brasil flerta com países que torturam pessoas que não usam burca ou que não tenham uma foto do presidente na sala de casa.

É lastimável ver um chefe de Estado abraçando pessoas como Muammar Kadafi, ditador da Líbia. Ou achando justo Chavez fechar todos os canais de TV. Ou dizendo que no Irã tem democracia: lá, quem tem Orkut tem medo.

Ah, falando nisso, os aiatolás reconhecem seu mais novo presidente. Seu mais novo representante da “democracia-totalitária” iraniana.

Deem as boas vindas outra vez a Mahmoud Ahmadinejad…

Só mesmo o Google pra acertar esse nome.

Kim-Jong-il

Um clássico nerd. Sem PC. Porque lá não tem.

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6 Respostas to “O Google e as ditaduras”

  1. Wilian Says:

    Quero ver quem tem “bago” pra ir na na Korea do Norte e colocar um outdoor com esta foto “exótica”

  2. rafael braz Says:

    Nao entendi a metafora “o google nos engulira” ..

    • Dino Cantelli Says:

      O Google está transformando tudo que é físico, em virtual. Hoje, todos seus arquivos, vídeos, músicas o diabo a quatro pode ficar no banco de dados dele. Então imagina o volume que isto vai tomando.

      ;-)

  3. Bruno Says:

    Parabéns pelo texto…
    google domina mesmo…mas essa realidade virtual é o perigo que encaramos…
    já viu o novo game da xbox?
    tem uma propaganda no youtube com o nome de project natal, é surreal…
    Junto com esse alarme de gripe suina, na próxima praga que vier destruir o mundo ninguém precisará sair de casa e ser contaminado…
    é o virtual comandando…
    mas o que fazer sem o google?

  4. ThePzr Says:

    Medo!

  5. Nadia Says:

    Mas o nosso presidente não quer ser o melhor amigo de Ahmadinejad ou de Muammar Kadafi, ele tem talento para diplomacia, visão política e sem nenhuma modéstia se gaba disso sempre que pode. Certo ele! O ignorante Lula revolucionou durante seus quase oito de administração, mudou a relação do Brasil com a América do Sul, foi o primeiro presidente brasileiro a por os pés em um país árabe, não é a toa que é admirado lá fora. Deixando a demogagia de lado, o que ganhamos com países democráticos até hoje? Com os EUA, por exemplo? Tiodino, acho vc super inteligente, mas da mesma opinião nesta crítica, nós não partilhamos.

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