Políticos e a Internet: sempre dá ERROR

Antes de mais nada gostaria de convidar os comunistas brasileiros a passarem uma temporada com nada pago na China para saber o gosto que tem o pão que o diabo amassou.
Adiante: legislar no Brasil é uma tarefa difícil. Uma parte dos que deveriam entender de leis, fazem tantas interpretações equivocadas que é bem possível confundirem inciso com aquele dente que surge na pré-adolescência.
A última pérola foi um trambolho aprovado pela Câmara que “regulariza” a Internet para fins eleitorais. Dentre as graças, há um parágrafo que particularmente me desperta a atenção. Algo como: “É proibida a manipulação de áudio ou edição de vídeo a fim de ridicularizar candidato ou partido”.
Comentário: HAHAHAHA.
O “ridiculismo” é nato entre as excelências. Nenhum de nós teríamos a coragem de tirar essa vocação.
Flávio Dino, do PCdoB do Maranhão (opa!) é o maestro deste coro desafinado que pretende botar limites, regras e capatazes às portas das conexões.
Ainda falta a análise do Senado (opa!2). Acredito que muitos tenham netos que acessam a internet e podem explicar como funciona esse universo que está além de seus umbigos.
Para evitar a perca da minha liberdade em sacanear políticos em época de eleição, já tomei uma providência: registrei um domínio em Cuba. Espero que a legislação de lá não me puna e eu possa, enfim, exercer meu direito de botar no .cu deles.

Antes de mais nada gostaria de convidar os comunistas brasileiros a passarem uma temporada com nada pago na China para saberem o gosto que tem o pão que o diabo amassou.

Adiante: legislar no Brasil é uma tarefa difícil. Uma parte dos que deveriam entender de leis, fazem tantas interpretações equivocadas que é bem possível confundirem inciso com aquele dente que surge na juventude.

A última pérola foi um trambolho aprovado pela Câmara que “regulariza” a internet para fins eleitorais. Dentre as graças, há um parágrafo que particularmente me desperta a atenção. Algo como: “É proibida a manipulação de áudio ou edição de vídeo a fim de ridicularizar candidato ou partido”.

Comentário: HAHAHAHA.

O “ridiculismo” é nato entre as excelências. Nenhum de nós teríamos a coragem de solapar essa vocação.

Flávio Dino (não conheço), do PCdoB do Maranhão (opa!) é o maestro deste coro desafinado que pretende botar limites, regras e capatazes às portas das conexões.

Ainda falta a análise do Senado (opa!2). Acredito que muitos tenham netos que acessam a internet e podem explicar como funciona esse universo que está além de seus umbigos.

Para evitar a perca da minha liberdade em sacanear políticos em época de eleição, já tomei uma providência: registrei um domínio em Cuba. Espero que a legislação de lá não me puna e eu possa, enfim, exercer meu direito de botar no .cu deles.

comunismo

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3 Respostas to “Políticos e a Internet: sempre dá ERROR”

  1. Márcio Jerry Says:

    Sr Dino Canteli.
    É estranho que muitos bem intencionados aceitem a versão da Veja, Folha e mais alguns, de que um esforço para LIBERAR a internet em campanhas eleitorais seja estabelecer restrições. É um absurdo.
    O que a Câmara aprovou estabelece um avanço, ainda insuficiente, mas um avanço notável. Aquilo que na rede estava proibido em campanhas agora pode ser liberado amplamente. E não se trata – quanto absurdo – de regular a internet, mas tão somente ampliar as possibilidades de sua utilização em campanhas eleitorais.
    Sugiro que conheças seu homônimo, que dispa-se também do preconceito anticomunista e ainda da referência esquisita ao Maranhão, que se não conhece, deverias conhecer também.
    Atenciosamente,
    Márcio Jerry

    • Dino Cantelli Says:

      Caríssimo, vamos aos pontos.

      1º – Não me pauto pela Veja, Folha ou sei lá o que isso signifique. Acompanho notícias. E ela pode vir inclusive da Carta Capital, blogs do Paulo Henrique Amorim e Luis Nassif.

      2º – Se trata, sim, de um absurdo comparar internet com TVs e rádios (concessões públicas), que precisam de regularização estatal. E não foi e nem será liberada amplamente a Internet. Quem formulou isso entende tanto de web quanto de ética.

      3º – Em relação ao Flávio Dino, quem deveria se informar melhor sobre ele não sou eu. Quem dá margem a políticos fichas-sujas amplos direitos de continuarem desmandando não merece o meu respeito, menos ainda o meu voto.

      4º – A referência ao Maranhão é sobre nada mais nada menos que o manjado Sarney e seus apadrinhados. O povo de lá não precisa de coronéis, precisa de representantes que honrem o estado.

      5º – Todos, em uma democracia, têm o direito de seguir a ideologia que quiserem. Já num país comunista isso não é possível. Por isso respeito quem resolve erguer essa bandeira. No meu caso achei melhor estudar.

  2. William Says:

    Tio Dino, um dos melhores twitteiros que eu já vi, e melhor cronista que eu ja li, o que eu gostaria de saber é simples, rápido e direto. Gostaria de escrever no Palavra Ácida Blog (o que é uma pergunta meio idiota sendo que vc ja tem o seu, mas perguntar não custa nada). Gostariamos muito de ter a sua presença no nosso blog até para orientar as antas que habitam esse blog atualmente.

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