Vaga para massagista de ego. Tratar aqui

26/11/2009 por Dino Cantelli

Hoje iremos analisar essa seara de gentes saradas, de bem com a vida e que volta e meia se matam em overdoses para que aconteça o rodízio natural de famosos. Trataremos em especial de um local muito visado por quem quer aparecer sem ter o que mostrar: o site Ego.

Todo mundo quer um elogio, um afago, um agrado. Trabalhar que é bom, necessário e conserva os dentes, nada.

O Ego é a coisa que mais cresce no meu Google Reader. Se leio? É claro. Aliás, ele e as estatísticas de futebol só servem para um mesmo fim: tirar sarro. Portanto, sinto-me muito a vontade.

A egolândia é um lugar que não admite mais de uma pessoa por metro quadrado. Geralmente são pessoas que necessitam de duas portas por onde passam: uma para si, outra para o seu apreço inestimável.

Esse tipo de afetação existe em todos os lugares, em todas as profissões. Umas em doses cavalares. Sempre defendi, logo que caiu o diploma de jornalismo, que derrubassem também o ego na publicidade. Aguardo ansioso.

Esse tipo de comportamento já pode ser vislumbrado logo na infância. Conheci um garotinho que era tão egocêntrico que quando perguntaram quem queria ser quando crescer, respondeu: “EU”.

Mas pulemos para o site em questão. Você participa das enquetes do Ego? Com toda a honestidade de um Sarney: você conhece suficientemente o Tom Cruise para dizer se ele é gente boa, pau no cu ou maluco que acredita em Ets?


Tom, maluco que acredita em Ets

E essa gente que do nada vira religioso? Saem do Ego e vão parar num altar. O que rigorosamente significa a mesma coisa. Renegam o passado como se todo o dinheiro aplicado na poupança, e que hoje rende o pé de meia não fosse fruto da exposição, olha só, dos fundos.

Exemplo último: Joana Prado, a Feiticeira. Agora chora pelo véu tirado.


Essa foi a última Playboy que comprei de ir em banca, antes da internet causar ereções

Outro caso estapafúrdio que revistas e sites de celebridades se expõem ao ridículo é o da tal Miley Cyrus. Hoje, com 17anos , desde os 15 já tinha suas roupas de baixo à mostra, sempre com legendas agradabilíssimas como “Ops, ‘Hannah Montana’ deixa aparecer a carçola”. Depois dizer que setores da imprensa colaboram com o erotismo adolescente é canalhice intelectual. Ninfetas. Um mal menor.

Pulamos para o Top 5 famosos do Ego. Temos Mirella Santos, Viviane Araújo e Nana Gouvêa. Divagaremos sobre o que essas criaturas divinas fazem no seu dia a dia.

Profissão da mulher do Latino: mulher do Latino.


Quando se põe mulher gostosa ninguém lê as legendas. Leu? Putz…

Ex do Belo: sei que ela é sempre madrinha de alguma coisa durante o Carnaval. A curiosidade reside no que ela faz durante o ano todo. Se eu souber que ela recebe ajuda governamental e eu contribuo para a sua alienação, quero ao menos gozar de algum direito.


“(…) Seu olhar me prendeu…)

Nana Gouvêa: quem descobrir o que ela faz da vida, ganha uma das 5.423 calcinhas que ela já deixou aparecer sem querer.


Ai, tá pareceno rsrsrsrsrs.

Não. Não vou terminar esse texto com um AFF!

Naisçe um crássico

20/11/2009 por Dino Cantelli
“No meu filme eu sô o principal. Você é o coasiajudante”

Nunca antes na história desse país se fez tantos textos com essa frase. O presidente, que por si só, já é um personagem, conseguiu emplacar mais um no cinema.

“Lula, O filho do Brasil”, que fez pré-estreia para um seleto grupo de baba ovos já teve a sua avaliação: lindo, patrão!

De resto, foi um sucesso de críticas. O PSDB, por exemplo, ficou indignado com o filme. Acusaram-no de panfletário e inoportuno. Eu o classificaria de inspirador, e até já daria a ideia de reunir toda a tucanada e fazer logo um Madagascar. Ou quem sabe um Parque dos Dinossauros.

A Folha de S. Paulo deu a sua análise a respeito do longa: ruim. Eu, se fosse Lula, mandava fechar esses cadernos de cultura golpistas.

Quem melhor representou nessa história toda foi mesmo a oposição. Além de saírem decepcionados porque o personagem principal não morre no final, esbravejaram, choraram, espernearam, enfim, foi aquele drama.

Já baixei o filme. Só faltam as legendas. Portanto, e juntando tudo isso, resolvi bolar algumas considerações a respeito da merda toda.

Lá vai. Chorem:

Brilha uma estrela

1 – A iniciativa para captação de dinheiro para a realização do filme ficou todo na privada.

2 – Só para a analogia ficar um pouco mais escatológica, tudo nasceu de um Barretão.

3 – Os idealizadores do projeto negam, mas já há algumas possíveis continuações para essa saga. Que você só vê aqui, claro.

Lula 2, A Missão – Dilma, derrotada nas eleições presidenciais, resolve jogar pelos ares a usina de Itaipu.

Lula 3, O Retorno – Os rebeldes do PT explodem a estrela da morte.

Lula 4, Uma Nova Esperança – Luis Inácio volta de seu exílio em alguma Ilha Paradisíaca Fiscal. Coloca toda a companheirada desempregada – incluindo a Ideli Salvati, agora merendeira -, para ocupar cargos importantes na Petro-Sal.

Lula 5, Um Mandato Não é o Bastante – Contagiado pelos ideais revolucionários, que incluem nacionalizar meios de comunicação e o papel higiênico, Lula se re-re-re-re-reelege pela 13ª vez.

4 – Se o filme do Lula é “O filho do Brasil”, o do Sarney é filho do quê?

5 – Não, senhor deputado. Ingresso para cinema não tem redução de IPI.

6 – Enquanto o presidente ganha filme sobre a sua vida, a nossa continua essa novela.

7 – Filme brasileiro com Oscar? Só se for sobre o Niemeyer.

8 – Ao final da projeção, sobem os créditos. 20% para cada parlamentar.

Política brasilera. Um longa-pilantragem clássico.

Me leva minissaia

09/11/2009 por Dino Cantelli

Morte aos intolerantes!

Já que todas as piadas sobre o caso UNIBAN foram feitas, resta-me resgatar um texto curto, em homenagem à minissaia.

Bronhadores, contenham-se:

“Minha relação com a minissaia sempre foi de baixo pra cima. Na verdade tenho uma paixão avassaladora por elas. Mas as minissaias, minissaias mesmo. As que deram origem ao picolé; essa que desperta a curiosidade; essa que cria sensações, dores no braço ou hematoma quando o olhar não nos pertence. As microssaias eu não conto: estão numa categoria acima.

O que faz da mini tão especial é o seu contexto histórico, o seu aparecimento repentino e que causou o devido furor e admiração. Alguns se admiraram tanto que perderam a linha do cóis, a harmonia do casamento, o compasso da vida.

Quantos já não se engalfinharam em seus desenhos? Quantas lolitas entre suas costuras? Quantas aulas matadas para ver a menina do segundo ano balançando o pompom?

A minissaia passou por toda essa tara adolescente e lhe cortaram a vivacidade, a suspeita, a maravilha e mais um palmo de tecido.

Eu poria a mão no fogo por uma minissaia, porque sei que ela acabaria na coxa.

Não posso dizer o mesmo por uma micro, porque não responderia por mim, nem por onde ela pudesse me levar.”

Geisy

Agora, cá pra nós: essa Geisy bem que podia ser mais gostosa, né?

Até a próxima polêmica.

A Vida Morreu

06/11/2009 por Dino Cantelli

Hoje é o mês. O dia não interessa. Ano nem pensar. Fique sabendo que eu nunca fui assim ríspido. Aconteceu. Foi sem querer, tentando me aproximar da vida, e ela, senhora de si, sempre me dando as costas. Até que um dia aconteceu. Ainda se fosse a morte!… Mas eu enganei nada mais nada menos que a vida.

Bem feito pra ela. Perdeu o melhor de mim. Esse cara que virou tão sozinho, que o vaso sanitário tornou-se o melhor amigo; Que o guarda-roupas dava bom dia; Que a porta acenava; Que a vidraça tremia só de vê-lo pelado depois do banho…

Você acha esquisito alguém contracenar com mobílias? É porque não viu o tio Aroldo que fez sexo com um sofá e jurava que as almofadas tinham a sua cara.

Não me venha, vida, dar um sermão uma hora dessas. Eu avisei. Avisei ainda quando acreditava em você. Quando éramos juntos. Tão juntos como a outra lá – que Deus não a tenha – que quando estávamos, nós nos bastávamos. Não precisava auxílios externos. Eu não necessitava nem de punheta.

Eu grudei a vida na parede. No meio do melhor dos meus pôsteres, no meio do melhor dos meus livros, só para vê-la dormindo, acordando, vivendo. Sabe o que ela fez? Disse: vou ali e já volto.

Nunca mais apareceu. Se bobear, perdeu o endereço.

Mas até é bom. Creio que eu não queira ver uma vida que já foi minha voltando para mim. Se saiu, foi por conta própria. Não forcei a nada.

Suicídio? Nunca a ameacei. Nunca a tentei contra sua vontade constante de viver.

Tive momentos deslumbrantes com ela. Alguns, vá lá, inesquecíveis. Mas fechou-se o ciclo. A circunferência que nos levava ao encontro um do outro cedeu e eu já não preciso mais dela.

A vida morreu. E eu estou bem tranquilo.

Quem quis assim foi ela.

Comediantes acidentais

30/10/2009 por Dino Cantelli

zina

“Eu não pedi pra ser engraçado”

Daria para fazer um texto inteiro sobre o episódio “Zina” só se baseando em piadas. E é o que não tentarei fazer.

Esse personagem surgiu, como todos sabem, ao acaso. Nenhuma mente – ainda mais relacionada ao humor e a TV – seria tão brilhante a ponto de criar um ícone como esse. Zina surgiu para lembrar aquela classe solapada pelos novos stand-ups: os comediantes-acidentais.

Zé do Bar, Chico da Praça, Tonho da Pipoca. Eles são a matéria-prima sumariamente ignorada pelo grande público, que é incapaz de admitir que bordões só nascem por causa deles. De Chico Anysio a Zorra Total: todos já gozaram dali.

O improviso é a arma do brasileiro. Ela é usada para justificar faltas, fugir de credores e inventar desculpas. Zina só é o resultado de mais uma eventualidade.

Enquanto ficamos aqui tentando formular piadas derivadas de “pó”, “carreira”, “Maradona”, “Casagrande” e “Fábio Assunção”, alguém já largou algo genial no cordão de uma calçada. E o pior, sem ajuda de palavras-chave.

Irei ignorar o fato do Zina ter sido ou não coagido a tocar um processo para cima do programa do qual agora faz parte. E nem por conta disso, ter sido a primordial razão da sua contratação – Da delegacia, ele deve ter mandando um “me Salve”.

Mas já pode comemorar algumas conquistas. Foi elevado em alguns portais e veículos de comunicação, à categoria de humorista. Se é que isso queira dizer de fato alguma coisa engraçada.

Zina é mais um caso de artista (?) que ficou preso no personagem. E, pego pela polícia, teve os seus merecidos 10 decigramas de fama.

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Rafael Ilha: outro craque

pilha

Ex-polegar. Quando você é só lembrado por coisas muito antigas, é sinal de que a decadência divide residência faz tempo.

Rafael Ilha tomou um rumo na carreira que nem meu trocadilho desta frase ousaria compreender. Começou como um rapaz promissor. Cantor afinado, talentoso, que até programa do Gugu fazia.

Namorou uma das vesgas mais gatas da TV brasileira: Cristiana Oliveira (que hoje cede o cetro merecidamente para Débora Secco).

Depois de alguns problemas que a droga não permite lembrar, se afastou do chamado caminho artístico.

Só apareceu na grande mídia em episódios lamentáveis: roubo de trocados, ingestão de pilhas e tentativas frustradas de internar dependente.

Ele mantém, ironicamente, uma clínica para drogados. Esta semana apareceu por aqui e por lá outra vez.

Experimentou chamar a atenção cortando o próprio pescoço. Internou-se nela. Fazendo um comparativo ultraequivocado, seria como dar as chaves de um jardim de infância a um pedófilo. Independente da interpretação, uma coisa é certa: o perigo de dar merda é grande.

Tratou de subornar vigias para fugir e não conseguiu. Daí tentou se cortar utilizando uma lâmpada. Até o final desta edição, continuava vivo.

Muitas pessoas procuram a luz divina. Mas pelo pouco que sei de espiritualidade, não é desse jeito que se encontra.

Esse pessoal violento só matando

23/10/2009 por Dino Cantelli

Por falta de acordo, este post será dividido em duas partes:

1ª PARTE

Estive atrás de um tema para o post desta semana. Ironicamente parei no Rubens Barrichello.

Os humoristas podem respirar aliviados. Sagraram-se os verdadeiros campeões. Está assegurada mais uma temporada de trocadilhos. Imaginem uma charge sobre Fórmula 1 sem zombaria para cima do Rubinho? Melhor nem pensar. Desestabilizaria a nação.

“Loser” é um termo americano atribuído àqueles que não tem, como direi, tanta sorte. Foi importado por comediantes stand-ups brasileiros, que acharam “perdedor” uma palavra, como direi, muito loser.

Barrichello não é exatamente um perdedor ou fracassado, embora os números e eventos apontem o contrário. Não estaria na F1 há tanto tempo de graça. Ao contrário de outros que até pagariam para ter um filho de volta.

Ele é, como vou chamar, de o “mal da expectativa brasileira”. Essa que não tem dinheiro para colocar gasolina em um Fiat 147, mas acha que entende mais de motor que um engenheiro da Brawn.

Se ufanismo ganhasse corrida, todo o mundo já saberia cantar o hino brasileiro.

E Rubinho, não ligue para o que falam. O que passou, passou.


2ª PARTE

Depois de vencer no mata-mata Madri, Tóquio e Chicago, o Rio se depara com uma rodada de morre-morre pelas favelas da Cidade Maravilhosa.

Quem dera fosse São João. Mas era ônibus e helicóptero. A chama do horror. A mídia internacional inclusive começou a botar lenha na fogueira da discussão: teriam eles capacidade de sediar um evento da magnitude da olimpíada? E mais: com segurança?

Não por isso. Sem querer traçar comparativos com Londres (que não tem verão, nem bunda e é cinza) superar desafios como a segurança pública é possível. Poucos dias depois da escolha da capital inglesa, aquele atentado matando dezenas. E depois um contingente e um plano de ações grandiosos colocaram a cidade nos eixos. O curioso é que sobrou para um brasileiro (…).

Já no Rio de Janeiro…

Bem, de qualquer forma, você realmente sabe que se trata de uma guerra quando até a Al Jazeera vem cobrir o negócio.

30 e poucos mortos. Embarcados neste espírito olímpico, já ultrapassamos o Afeganistão no quadro de medalhas.

O problema não é de hoje. Nem se resolverá amanhã. Enquanto isso as autoridades já sabem o que fazer: mandarão todo mundo se abaixar.

fogueira

“Olha a bala!… É verdade!”

O álcool é o Photoshop da vida real

14/10/2009 por Dino Cantelli

Quando fui à Oktoberfest um amigo me pediu uma lembrancinha. Como se isso fosse possível.

Estamos falando da maior festa (fora da Alemanha) com chope por caneco quadrado. Definitivamente, em festas alemãs, a Lei Seca fica de molho. E o que mais tinha de típico eram bêbados.

Cheguei em Blumenau (SC) próximo ao meio dia. A cidade respirava – ou melhor, exalava – tradicionalismo em copos de 400 e 1000mLs.

Homens ligeiramente embriagados agarravam mulheres sem o menor consentimento da parte delas. O que me fez tomar uma atitude drástica: comprar logo a droga da caneca de chope.

Os desfiles são ótimos. As alemãs, nem se fala. Eu, sempre do contra, torcendo para a primeira autoridade cair do triciclo alegórico.

É incrível a logística empregada nessa maratona de festa. A minha consistia em ter um banheiro sempre por perto.

A Oktoberfest é a celebração do direito de ir e vir com um copo na mão. O que torna tudo mais engraçado, já que o cidadão vai e volta sempre de maneiras diferentes. Um bom lugar para rir litros (como dizem poraí).

Já no domingo, participei da Schützenfest – a festa dos atiradores – em Jaraguá do Sul, também Santa Catarina. Com alguns reais você podia colocar a foto da sogra em um dos stands de tiro. O que despertou revolta e muita admiração.

Em suma, acho que o feriado foi isso. Irei rever os vídeos gravados. As memórias artificiais sempre são mais confiáveis.

E para terminar, outra característica importante desta manifestação folclórica e tradicional, é que todos assumem, como vou dizer, uma “aura de beleza”.

O que me faz lembrar de um tweet meu antigo: o álcool é o Photoshop da vida real.

Tim-tim.

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Sistema “Cata-foto Tio Dino”

05/10/2009 por Dino Cantelli

De hoje em diante, fotos legais que forem encontradas na internet serão rastreadas pelo novíssimo sistema cata-fotos Tio Dino.

“Só uma palavra: muito revolucionário” – Biz Stone, fundador do Twitter.

Com ele, imagens bacanas encontradas serão carimbadas automaticamente por marcas consagradas dos veículos midiáticos.

Tudo pra dar credibilidade ao humor. E encher linguiça com classe.

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Tá rolando o maior clima

30/09/2009 por Dino Cantelli

Sempre fiquei matutando no que um meteorologista fala a uma pessoa quando não tem assunto: “será que chove?”. Enfim, esse não é o foco.

Peço perdão aos céus pelo trocadilho, mas o tempo tem tornado a vida por essas bandas um embaraço.

Não sei o que Santa Catarina andou alinhavando para cima de São Pedro, mas já deu pra notar que o negócio é pessoal.

Especialistas e até a Michelle Loreto concordam que o nosso clima é temperado. Acredito que no momento há um certo exagero em algum condimento.

Ventos malucos de 140km/h - tente empinar uma pipa ou comer farofa na sacada. Impraticável.

Chuvas e pedras – se você for um precavido, procure abrigo. Se for um conformista, apanhe o gelo para o uísque.

Enchentes – o pessoal do Sul está POR AQUI com elas.

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Furacão Michelle Loreto: dando um tempo.

Lembro de um passado um tanto remoto em que minha avó “benzia a tormenta” virando a posição da Bíblia e outras mais simpatias. E sempre me condenou pela piada que um dia emendei: “nona, você ainda vai morrer de causas naturais. Mas levada por um ciclone”.

Faz algum tempo que Santa Catarina e Rio Grande do Sul estão sendo bombardeados pelas intempéries.

Quem tem teto de vidro, que durma com um granizo desses.

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PLANTÃO TIO DINO

Até o fechamento deste edição, um Tsunami havia invadido as páginas de internet. Se concentrou na região da Oceania, em Samoa e Tonga, sem número preciso de vítimas.

Tremores na ilha de Sumatra matam quase uma centena – e podem, quem sabe depois de você dar um F5 nesta página, chegar aos milhares.

Na véspera, outro tremor seguido de tsunami abalou Samoa e Samoa Americana. Lugares que confesso só conhecer de Google.

É, amigos. O fim do mundo está próximo. Precavidos, peguem suas pranchas. Conformistas, aceitam um gole?

Homenagem do dia

28/09/2009 por Dino Cantelli

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Eike Batista. Um dos poucos que se quiser comprar o mundo, Deus assina de avalista.

Grande amigo. Aquele abraço!

Empresta uma folha de cheque? Risos!